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Quaest: a quatro dias do 2º turno, rejeição de Lula recua a 47% e a de Flávio vai a 52%

Contratada pelo GLOBO e pela TV Globo, essa é a primeira pesquisa do instituto feita após o debate entre os dois candidatos à Presidência

Ainda tem gente pensando

 Quaest: indecisos dobram e chegam a 14% na pesquisa espontânea.

Cenário ocorre a menos de uma semana do retorno dos brasileiros às urnas.

Pesquisa Quaest: Flávio tem 45%, e Lula marca 44%; distância diminui a quatro dias da eleição

 


Levantamento foi feito após debate da Band, entrevistas da Globo e aprovação do fim da escala 6x1; número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do adversário Flávio Bolsonaro (PL) no debate da Band no último domingo (18)
— Foto: Nelson Almeida/AFP
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
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Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%.
Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%.
A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos.
Nos últimos dias, outra tendência que se acentuou foi o duelo de narrativas sobre o Bolsa Família. Baseada em declarações da coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, a campanha de Lula passou a alegar que a vitória do filho de Jair Bolsonaro colocaria em risco o programa. O período de entrevistas do instituto, no entanto, não pegou tanto o auge dessas afirmações, que cresceram ontem.
O debate da Band foi considerado de péssimo nível pelas campanhas, que tentam agora modular a postura de Lula e Flávio para o encontro da Globo, na sexta. Pesquisas qualitativas também diagnosticaram que os eleitores não gostaram do primeiro embate.
A Quaest ouviu 2154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. Registrado na Justiça Eleitoral com o protocolo BR-08535/2026, o levantamento tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, e o nivel de confiança é de 95%.


Luciano Huck recebeu recursos do governo Trump para interferir na eleição brasileira

 


Documentos obtidos pelo Payday Report mostram que a RenovaBR, organização da qual Huck é o rosto público, recebeu financiamento e treinamento do Departamento de Estado estadunidense
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Mario Vitor Santos-Autor
Mario Vitor Santos é jornalista há 42 anos, tendo sido diretor da sucursal de Brasília da Folha durante a Constituinte de 1988. Em seguida, comandou a Redação da Folha na sede do jornal em São Paulo, antes de transferir-se para ser fellow do programa Knight para jornalistas profissionais da Universidade Stanford. De volta, foi ombudsman da Folha em dois mandatos 91-93 e 97. Foi também ombudsman do iG, o primeiro nesta função da internet brasileira. Dirigiu a Casa do Saber de 2003 a 2021. É mestre em drama antigo e sociedade pela universidade inglesa de Exeter e doutor em letras clássicas pela Universidade de São Paulo.
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Por Mario Vitor Santos – Luciano Huck, apresentador mais popular da TV brasileira, recebeu recursos do governo Trump para atuar na eleição presidencial, segundo documentos obtidos pelo Payday Report e publicados em ontem. A RenovaBR, grupo político que Huck lidera publicamente, teve financiamento e treinamento do governo estadunidense, que levou o diretor executivo da organização, Rodrigo Matsumoto Cobra, a Washington.
Cobra foi convidado pelo Consulado dos EUA em São Paulo para o Programa de Liderança de Visitantes Internacionais (IVLP), do Departamento de Estado, em viagem com todas as despesas pagas em julho. Ele confirmou a participação em uma postagem no LinkedIn.
O programa, chamado “Liberdade 250: Juventude no Processo Político”, teve maioria de convidados da direita internacional. Segundo os documentos, tratou de gestão de campanhas, monitoramento eleitoral, apuração de votos e procedimentos de segurança.
Depois da viagem, Cobra disse ter iniciado conversas com o IVLP e o consulado sobre uma iniciativa para líderes políticos brasileiros. Não está claro o que essas parcerias envolvem, nem quanto dinheiro do Departamento de Estado é destinado a elas ou chega a Huck.
Huck e a RenovaBR
Huck apresenta o Domingão com Huck, da Globo, que reúne mais de 30 milhões de espectadores por semana. Há quase uma década, é a cara pública da RenovaBR, que recruta, treina e financia candidatos de direita. Neste ano, a organização alega ter elegido 47 candidatos.
No fim de setembro, Huck lançou no programa o aplicativo “Tenho Meu Voto”, patrocinado pela RenovaBR. A deputada Fernanda Melchionna (PSOL) disse que o site foi manipulado e indicava praticamente só candidatos de direita.
Os criadores culparam a inteligência artificial e suspenderam a ferramenta. O Ministério Público do Rio Grande do Sul investiga Huck e a Globo por violação da legislação eleitoral.
Em maio, a Enter, startup de IA jurídica de Huck, recebeu aporte de US$ 100 milhões de Peter Thiel, cofundador da Palantir e aliado de Trump. Huck também é questionado por seus laços com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, cujo colapso no ano passado foi o maior da história bancária brasileira. Há informação, duvidosa, de que a Globo avalia tirá-lo do ar.
O governo Lula acusa a Embaixada em Brasília e o consulado em São Paulo de interferência eleitoral e negou vistos a integrantes do governo Trump. Dois dias antes do primeiro turno, Washington anunciou o fechamento da embaixada e de consulados, alegando segurança. A Polícia Federal disse não haver ameaça concreta.
Em setembro, o The Guardian revelou que US$ 1 milhão do Departamento de Estado foi desviado para um programa contra a suposta “perseguição judicial e censura” no Brasil. O alvo são os ministros do Supremo que condenaram Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Trump também tentou impor tarifas ao Brasil em retaliação à condenação, e Brad Parscale, ex-diretor digital de Trump, assessora a campanha bolsonarista. Uma fonte da PF ouvida pela Revista Fórum descreveu o cenário como guerra híbrida, com operação psicológica para inclinar a balança a favor de um candidato.
O Consulado dos EUA, Huck e a Globo não responderam até a publicação da reportagem.

A interferência junta-se à intervenção da Meta cujos algoritmos trabalharam em benefício de Flavio Bolsonaro.

Lula pegou a chebata

 

Lula condiciona debate na Globo à quebra dos sigilos de Flávio Bolsonaro e afirma que não pode debater com ladrão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condicionou sua participação no debate da TV Globo, na reta final do segundo turno das eleições presidenciais, à autorização do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
O recado sobre a participação no debate foi dado, nessa terça-feira, em Juazeiro, na Bahia, e, ao discursar, Lula afirmou que só enfrentará o adversário se ele apresentar um documento autorizando a abertura das informações.
“Se ele apresentar um documento autorizando a quebrar o sigilo, vai ter debate, porque senão ele não pode ir ao debate, porque o presidente da República não pode debater com ladrão”, declarou Lula, ao encerrar o discurso.
A cobrança foi um dos principais temas do ato político, que reuniu apoiadores da Bahia e de Petrolina, em Pernambuco. Durante a mobilização, militantes entoaram palavras de ordem como “Abre o sigilo, Flávio” e “Se tá tudo certo, mostra o que há”.
A declaração de Lula ganhou mais repercussão após a defesa do presidente protocolar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um pedido de quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do próprio petista e de seus familiares, referentes aos últimos oito anos.
A iniciativa está condicionada à adoção da mesma medida por Flávio Bolsonaro, que tem até esta quarta-feira (21) para responder à proposta.
O embate sobre a abertura dos sigilos ganhou força após o debate presidencial realizado pela Band, no último domingo (18), quando os dois candidatos trocaram acusações e questionamentos sobre corrupção e patrimônio familiar.
Na ocasião, Flávio Bolsonaro mencionou suspeitas envolvendo um dos filhos do presidente, enquanto Lula cobrou explicações sobre a origem dos recursos utilizados pelo senador na compra de um imóvel.

O presidente também citou uma suposta negociação de R$ 134 milhões relacionada ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula atribuiu o pedido ao senador Flávio Bolsonaro, em negociações com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. As referências foram apresentadas pelo petista durante o confronto eleitoral.

Alece aprova programa para ampliar educação financeira e previdenciária no Ceará

 


A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) aprovou, nesta terça-feira (20), o projeto de lei (nº 87/2026) que institui a Estratégia Estadual de Educação Financeira e Previdenciária (E3F) e o Programa Estadual de Educação Financeira e Previdenciária (PGFin). A proposta do Governo do Ceará tem como objetivo ampliar o acesso à educação financeira e previdenciária no Estado.
Sob a coordenação da Secretaria do Planejamento e Gestão do Ceará (Seplag-CE), em parceria com a Escola de Gestão Pública do Ceará (EGPCE), a proposta busca estabelecer uma atuação planejada e abrangente para fortalecer a capacidade financeira dos cidadãos, estimular o consumo sustentável e orientar servidores públicos estaduais ativos, inativos e pensionistas sobre o planejamento e a organização das finanças pessoais.
“Esse projeto é mais uma iniciativa inovadora do governador Elmano de Freitas, protagonizada pela Seplag e pela EGP, por meio da qual estamos apresentando à sociedade um conjunto de ações para que possamos informar, dialogar, capacitar e orientar não só os servidores públicos e suas famílias, mas também a sociedade de forma geral, sobre a importância da educação financeira e previdenciária”, apontou o secretário do Planejamento e Gestão, Alexandre Cialdini.
Para o deputado estadual Guilherme Sampaio, líder do Governo na Alece, é importante que a população domine informações, conhecimentos e estratégias para gerir adequadamente a própria renda e a sua capacidade de endividamento.
“O Estado do Ceará, mais uma vez, sai na frente, e é importante registrar que essa estratégia, de abrangência bastante ampla, envolve inclusive a prevenção de fraudes financeiras. À medida que instrumentalizamos as pessoas e damos acesso à informação, evitamos que elas sejam iludidas com propostas dessa natureza por parte dos bancos e também prevenimos fraudes. O Brasil, para crescer adequadamente, com distribuição de renda e produtividade, precisa evoluir também na capacidade que seus cidadãos e suas cidadãs têm de gerenciar os recursos. Isso inclui as nossas finanças, nossa capacidade de poupar, de gerenciar custos e de pensar em investir para o futuro”, ressaltou o deputado.
Educação financeira e cidadania
A proposta prevê a articulação entre órgãos públicos e a rede de ensino, com a possibilidade de integrar componentes eletivos e percursos formativos à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A medida busca ampliar o acesso ao conhecimento sobre finanças desde a formação escolar.
Outro eixo previsto é o incentivo à criação de núcleos gratuitos de apoio financeiro, além do estímulo à produção de conhecimento científico na área. O projeto também institui a Semana Estadual de Educação Financeira e Previdenciária, como forma de fortalecer a disseminação de informações e a construção de uma cultura de responsabilidade fiscal, previdenciária e social.
Integração
A implementação das medidas deverá envolver uma atuação articulada e interdisciplinar entre órgãos públicos, instituições de ensino e demais participantes da iniciativa. A Escola de Gestão Pública do Ceará (EGPCE) apoiará a implementação do Programa, coordenando as ações de capacitação. A proposta pretende contribuir para que a população tenha acesso a informações e orientações que favoreçam decisões financeiras mais conscientes e sustentáveis.
A iniciativa reforça a importância da educação financeira como instrumento de cidadania, contribuindo para o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades relacionados ao planejamento financeiro, à prevenção de riscos e à tomada de decisões mais conscientes.

“Já adianto uma das ações: nossa Escola de Gestão Pública, por meio do portal www.egpce.gov.br, está lançando gratuitamente um curso de 144 horas, no qual todos poderão se aprimorar, aperfeiçoar seus conhecimentos e se informar sobre tudo o que diz respeito ao uso do dinheiro, aos cuidados que devemos ter com ele e à importância da decisão do Governo Federal de adotar medidas para coibir a utilização das bets. Essa prática já vinha gerando um elevado custo social no país e ampliando a concentração de renda, com prejuízos para as famílias, as pessoas e o mercado”, destacou o secretário Cialdini.

E temos um imortal na familia



 Uma noite de muita emoção, gratidão e significado!

Tomar posse como membro da Academia Sobralense de Estudos e Letras (ASEL) é uma honra imensa e uma alegria que levarei comigo. Fazer parte de uma instituição que valoriza a cultura, a história e a literatura sobralense representa, para mim, um compromisso ainda maior com o conhecimento e com o legado da nossa terra.
Agradeço, de coração, a todos que estiveram presentes e compartilharam comigo esse momento tão especial, tornando a solenidade ainda mais inesquecível.
Que eu possa honrar essa missão e contribuir para preservar e fortalecer a história e a cultura de Sobral.
Minha gratidão a todos!

Penso eu - O Primo Rafael Ponte sobe ao céu da imortalidade e nos envaidece por representar a familia Ferreira da Ponte no sodalício.

Capa do jornal OEstadoCe

 


Grupo cearense amplia negócios em setor que movimenta R$ 164 bilhões no País

 

De acordo com a companhia nascida no Ceará, a transação é parte da estratégia de crescimento na área da panificação / Reprodução M Dias Branco

M. Dias Branco adquire 80% da Grespan, empresa de panificação congelada com receita anual de R$ 138,7 milhões e mais de 1.100 clientes.
Por Emanuel Santos do jornal OEstadoCe
O grupo M. Dias Branco anunciou a aquisição de 80% da Grespan, empresa paulista que faturou R$ 138,7 milhões, em 2025, na área da panificação congelada. De acordo com a companhia nascida no Ceará, a transação é parte da estratégia de crescimento em uma das categorias mais relevantes da alimentação brasileira, que é a panificação.
Além da cifra milionária, ano passado a empresa paulista fundada em 2009 e sediada na cidade de Marília (SP) ganhou destaque ao atender mais de 1.100 clientes com um modelo de negócio diferenciado, que agrega produção de alimentos congelados, logística própria, fornecimento de equipamentos e suporte técnico especializado. Sua atuação está concentrada principalmente na região Sudeste, onde desenvolveu posição de destaque junto a supermercados, atacarejos e padarias, oferecendo mais de 60 Unidades de Manutenção de Estoque, os chamados SKUs, que é a sigla em inglês para Stock Keeping Unit.
Para o vice-presidente de Investimentos, Controladoria e Relações com Investidores da M. Dias Branco Gustavo Theodozio, a operação fortalece a presença da Companhia em um mercado resiliente, de elevado potencial de crescimento, mas que ele considera ainda muito fragmentado. Ao passo disso, o gestor também reforçou que a aquisição adiciona uma plataforma de negócios altamente complementar às operações da empresa.
Já o diretor executivo de Relações com Investidores e Novos Negócios da M. Dias Branco Fábio Cefaly explicou que foram identificados na Grespan, modelos de atuação semelhante ao da empresa local. Segundo ele, essa forma reúne soluções completas para os clientes, garante padronização, eficiência operacional, redução de desperdícios e pão fresco para o consumidor diariamente. “Em um ambiente marcado pela crescente escassez de mão de obra qualificada, essa proposta de valor torna-se cada vez mais relevante “, disse Cefaly.
Administração
Com a compra, a Jasmine Indústria e Comércio de Alimentos, controlada pela M. Dias Branco, passa a deter indiretamente o controle da Grespan. A transação permitiu que os fundadores, José Marcos Grespan e Marlene Tereza Grespan Ferrari, continuem contribuindo para o processo de integração e operação com a M. Dias Branco pelo período de até cinco anos.
Gustavo Theodozio classificou a forma da negociação perfeita para manter a combinação da capilaridade comercial e capacidade de execução da M. Dias Branco com o conhecimento especializado da Grespan. Segundo o vice-presidente, a decisão cria condições para acelerar a expansão no mercado de panificação congelada.
Mercado
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), em 2025, o setor faturou mais de R$ 164 bilhões, o que equivale a 1,29% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Um levantamento da entidade aponta que são mais de 120 mil padarias em funcionamento e que atendem cerca de 47,5 milhões de consumidores diariamente.

O pão francês ou carioquinha, como é conhecido no Ceará, é o produto mais relevante da Grespan, e está entre os mais importantes da alimentação dos brasileiros e um dos principais geradores de fluxo para supermercados e padarias.

O dia

 

Quem nasceu pra platéia nunca vai subir ao palco. A não ser pra pedir autógrafo. Nos sertões a mesma coisa seria: Quem nasceu pra cangalha nunca chega a sela.